
Agora a IA foi longe demais ou este seria um novo caminho para a política mundial? Na Colômbia, uma candidatura inédita e polêmica ao Senado tem ecoado na mídia global e gerado debates calorosos sobre o futuro que já está entre nós. Gaitana IA, representada nas redes sociais como uma mulher de pele azul e voz robótica, totalmente desenvolvida por um sistema de inteligência artificial, foi autorizada a disputar as eleições legislativas marcadas para 8 de março de 2026.
Gaitana foi “construída” como “uma nova opção”, ampliando o as discussões sobre tecnologia e participação política. Sua candidatura foi oficialmente registrada para concorrer a vagas reservadas à Circunscrição Especial Indígena, um mecanismo que busca garantir representação de povos originários no Congresso colombiano.
Criado em outubro do ano passado, o perfil da candidata já soma mais de 11 mil seguidores apenas no Instagram, onde ela defende temas como meio ambiente, direitos animais e democracia digital participativa. A ideia, de acordo com seus “desenvolvedores”, é que ela funcione como uma plataforma comunitária de consulta, reunindo opiniões de apoiadores — inclusive de indígenas e afrodescendente. Caso seja eleita, as propostas de Gaitana seriam levadas ao parlamento por representantes humanos.
Juridicamente, a legislação colombiana não permite que uma lA seja candidata de forma direta, mas o órgão eleitoral do país autorizou a participação de Gaitana através de representantes humanos legítimos, os quais seriam responsáveis por executarem as decisões propostas pelo sistema de IA.
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