
Só se fala em ‘Pluribus’ dentro e fora das redes sociais. Se bobear, tem gente assitindo no celular, agora, na praia. A série, em cartaz na Apple TV, foi eleita nesta última semana de dezembro como a melhor do ano por inúmeros e importantes veículos de mídia de todo o mundo. Criada por Vince Gilligan, de “Breaking Bad”, a produção é uma graaaande viagem metafórica ao redor de um mundo pós-apocalíptico, contaminado por um vírus que transforma quase toda a humanidade em pessoas adoráveis, felizes e irritantemente amorosas.
Mas calma, eu escrevi “quase toda a humanidade é contaminada”. O vírus alienígena do amor só não consegue infectar 13 pessoas em todo o mundo, entre elas a protagonista da série, Carol Sturka (interpretada de forma fabulosa por Rhea Seehorn). Irritadíssima com sua imunidade, Carol corre de um lado para o outro para entender tudo o que está acontecendo enquanto a gente tenta fazer o mesmo sentado no sofá ou deitado na cama.
Mas a missão da querida não é fácil. Pelo menos nesta primeira temporada de Pluribus, que conta com nove episódios. A propósito, a segunda season já foi confirmada pela Apple TV – o que conforta um pouco a mente e o coração de quem esperou toda sexta-feira, entre novembro e dezembro, pelos lançamentos dos episódios.
– Mas, Beck, porque eu preciso ver? Por que é simplesmente sensacional e só vendo você vai conseguir entender e refletir sobre as mensagens subliminares que a série entrega. Qualquer outra informação que escrever aqui configurará spoiler seletivo. Então, meu bem, se neste restinho de ano você estiver em casa, na praia ou em Albuquerque, nos EUA, inclua entre seus descompromissos a tarefa de ver Pluribus. Tá bom, vai! Um spoiler: em latim, “Pluribu” significa “de muitos” ou “entre muitos”.
Agora espie o trailer abaixo.





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